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Mais aumentos e reajustes; Ah! O povo!

Mais aumentos e reajustes; Ah! O povo!


Depois da tarifa da água, agora sobem as tarifas do transporte de passageiros nas estradas rurais e do estacionamento rotativo.

Não bastasse a majoração no preço da água (e não se esqueçam do esgoto também) em cerca de 10%, agora dois novos aumentos foram “concedidos”.

É meu amigo, minha amiga, com mais duas canetadas do Prefeito Municipal foram reajustadas, primeiro, através do Decreto nº 3.963 publicado dia 10/11 p.p. (próximo passado) as tarifas do transporte municipal rural de passageiros. Andar na terra ficou mais caro! A justificativa do reajuste? São várias: (abre aspas) “manutenção do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos, considerando a ocorrência do aumento do combustível, da manutenção dos veículos, dos salários dos empregados e dos custos em geral da prestação dos serviços, bem como as razões do ofício e planilhas apresentadas.”           

Outro ponto foi o patamar alcançado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que no acumulado desde janeiro de 2020, chegou a aproximados 10,44%. Assim, como a tabela de preços é extensa e contempla todas as regiões do município, a passagem mais barata custa agora R$ 4,30 (linhas Patrocínio/Esmeril, Salitre de Minas/Sapé ida e volta ou vice-versa.

Já as mais caras também ida e volta ou vice e versa são as linhas Patrocínio/Santo Antônio do Quebra Anzol, R$ 27,40, e Patrocínio/Divisa do Pântano, R$ 28,50.

Falta a segunda canetada né!? Então!

O Prefeito Municipal, por meio de um ‘termo de aditivo ao processo de concessão’, reajustou também o valor da cobrança do estacionamento rotativo na cidade. A justificativa foi a variação do acumulado no período de outra sigla maléfica, o IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado).

Então (de novo), agora, o valor a ser cobrado por hora de ocupação das vagas do estacionamento rotativo em Patrocínio, será de R$ 2,50 para veículos de três e quatro rodas e R$1,25 para veículos de duas rodas, por hora de estacionamento. 

As demais normas como o período de tempo máximo permitido para utilização regular de uma vaga do estacionamento rotativo continuam os mesmos.

Quem com a caneta fere não sabe como dói (o bolso do trabalhador)! Afinal ainda pode vir a terceira canetada com o reajuste do serviço urbano de transporte de passageiros, o chamado "coletivo"!

Ah!? Por essas e outras que a arrecadação municipal só aumenta!!!