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Eleições diretas para Superintendente de Ensino.

A indicação do superintendente de ensino sempre foi uma escolha

de um certo deputado que por tempos reina por essas terras. E teve um tempo que tentou fazer uma certificação para justificar essa escolha, mas sempre foi o critério político, fazemos uma prova participamos de uma entrevista sempre foi falado que era o critério meritocracia, mas isso sempre foi uma cortina para esconder uma podridão de uma instituição, onde os benefícios para seus pares políticos encaixar nas tetas do governo, nos cargos em comissão.

Nesse dia 20 de dezembro de 2014, a partir das 14:00, no auditório Geraldo Campos, localizado na Prefeitura Municipal de Patrocínio, o SindUTE realizará uma plenária para eleger, democraticamente, o novo Superintendente da Superintendência Regional de Ensino de Patrocínio.

Infelizmente poucos, e acredito que se pode contar nos dedos, quem consegue entender como se realizará o processo, mesmo porque lutas de classes não é o forte por aqui e controle social muito menos que até recentemente foi dado “um golpe mortal” no controle social que deve existir sobre a política e a administração publica.

O golpe a que me refiro foi dado pelo Ministério Publico naquele caso que um certo cidadão (não quero questionar quem, mas quero defender a ideia) que denunciou os desmandos da câmara Municipal e teve sua casa invadida pela Polícia Militar, onde acontece uma coisa dessa que absurdo! Mas tiramos uma grande lição: o Despreparo do judiciário é evidente – Todo cidadão é parte legal e legitima para questionar e denunciar a administração publica, quem deve dar as respostas são os gestores e não os cidadãos.

Indagado por muitos quem são os candidatos? na assembleia é que é decido os critérios e os candidatos, os critérios não são pré definidos, isso é uma forma arbitraria, a assembleia é que decide esses critérios, é mais justo, acredito que a velha guarda que administra as unidades de ensino (escolas) e a superintendência já é “bananeira que deu cacho” (é a prova cabal de um colapso gerencial) e perpetuar no poder, não contribui em nada para o crescimento, as gerações mudam, a cultura adapta, a criação dos filhos mudam, e a escola é a mesma gerida pelos mesmos com as mesmas ideias numa conjunção para o verdadeiro colapso de um sistema falido e corrompido que é a educação publica de PATROCINIO. Existe uma escola de DIREITO e uma escola de FATO veja quem quiser, porque está na cara!


Aurivan de Freitas Borges

Professor de Matemática, Química, Ciências da Natureza, Filosofa e Tecnologia da Informação, Atualmente Cursa: Administração Publica UFU/UAB – FAGEN (Faculdade de Administração Gestão e Negócios), Pós-Graduação em Matemática, Química e em Controladoria Fiscal.

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